
Em muitos dos casos divulgados online, as pessoas cancelaram cartões e conseguiram ser reembolsadas pelo próprio banco. Mas os usuários estão enfrentando uma série de outros problemas.
Um dos internautas informou, em um Fórum permanente sobre coisas relacionadas à Apple, que não conseguia atualizar aplicativos em seu iPhone porque seu nome de usuário simplesmente não existia. Criada uma nova conta, o programa não permite o download de nenhum produto porque aquela não seria a conta principal.
Outra pessoa, depois de perceber que algo estava errado, escreveu para o apoio do iTunes e rapidamente descobriu que a senha, a pergunta e a resposta secreta haviam sido alteradas, além da data de nascimento. Ele não tinha um cartão de crédito ligado à conta, apenas um número de cartão de presente de 25 dólares, que foi gasto e, portanto, não será reembolsado.
Um terceiro internauta ficou surpreso ao perceber que apesar de sua conta ter sido hackeada, a senha não foi alterada. Assim, ele demorou mais tempo para perceber que havia algo errado. Agora, ainda não conseguiu confirmação de que será reembolsado.
Segundo um dos participantes do Fórum, é possível encontrar contas de usuários da loja iTunes à venda por 5 dólares, sendo que o próprio vendedor avisa que as compras devem ser efetuadas em 24 horas. Os internautas especulam que os hackers invadem a conta de um usuário e depois a vendem para terceiros nesses sites de leilões.
O que fazer para evitar problemas
1- Muitos usuários estão com medo e pensam em excluir a conta do iTunes. Pode ser drástico, mas pode ser uma solução temporária até a Apple explicar o que houve e como evitará que se repita.
2- Altere sua senha. Aproveite para criar uma senha forte.
3- Retire os dados de seu cartão de crédito de sua conta no iTunes. Você pode adquirir um cartão de presente com um valor baixo e criar uma conta com base nele. Pelo menos se sua conta for invadida, o valor perdido será baixo e você terá menos dores de cabeça.
4- Verifique constantemente os gastos em seu cartão de crédito. A máxima ainda é verdadeira: é melhor prevenir do que remediar.

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